Hepatotoxicidade

Um pouco de história

O projeto de criar um Cadastro de Hepatotoxicidade em nosso continente nasceu como uma ação do grupo espanhol de Hepatotoxicidade, o Spanish DILI Registry, liderado por Maribel Lucena e Raúl J. Andrade, no seio do International Drug-Induced Liver Injury Consortium (IDILIC), consórcio internacional sem fins lucrativos conformado por instituições acadêmicas, agências reguladoras e pela indústria farmacêutica.

América Latina não estava representada e no final do ano 2011 o Spanish DILI Registry ofereceu nos incorporar e compartilhar sua experiênc ia para obter treinamento metodológico e nos orientar na criação de redes nacionais através da designação de um coordenador em cada país para centralizar a captação e caracterização de casos de hepatotoxicidade em sua área de influência. Em virtude de sua reconhecida trajetória profissional e científica neste setor da Hepatologia, o Dr. Fernando Bessone foi eleito como coordenador do grupo da América Latina e assim iniciamos o trabalho para a nossa consolidação e para paulatinamente criar o banco de dados do Latin American DILI Registry (LATINDILI Registry).

Quem Somos

Somos um cadastro que inclui vários países: Argentina, Brasil, Chile, Equador, México, Paraguai, Peru, Venezuela e Uruguai já se uniram e atualmente têm enviado casos. Nós nos unimos sem levar em conta as muitas diferenças que nos caracterizam no que tange à área geográfica, ao tamanho populacional, à epidemiologia local das diferentes doenças hepáticas a descartar, às políticas de prescrição de medicamentos, à cultura na utilização de ervas, etc. Nós nos unimos em prol de um objetivo comum, compartilhando generosamente a informação, aprendendo de quem já trilharam anteriormente este caminho e transformando aquelas diferenças em virtudes. Deste modo, hoje o grupo e o cadastro são uma realidade. Nosso website é www.slatindili.uma.es e convidamos você a visitá-lo. Ali você poderá ter acesso a toda a informação do grupo, das reuniões que foram realizadas, presenciais ou on-line, fotos da equipe e as publicações que foram realizadas nestes cinco anos de trabalho.

Como trabalhamos?

Existindo a suspeita de que a doença hepática que está sendo observada poderia ser consequência de uma toxicidade, preenche-se um protocolo padronizado que é revisado pelo coordenador de cada país, ou pelo coordenador do cadastro ou pelos coordenadores do cadastro espanhol no caso de que naquele país ainda não haja um médico atuando como centralizador. O revisor tem como tarefa principal verificar se o caso cumpre com os requisitos para ser considerado como provável hepatotoxicidade e que a informação fornecida seja o mais completa possível. Após a revisão do coordenador, o caso é encaminhado para o centro coordenador na Espanha, onde é revisado por segunda vez, recebendo a opinião de peritos para sua definição e armazenamento no banco de dados.

A ALEH e o cadastro

A Associação Latino-Americana para o Estudo do Fígado originou e incentivou a formação de grupos de interesse e dentre eles está o de HEPATOXICIDADE.

No recente congresso de Santiago foi realizada a primeira reunião no âmbito da ALEH. Estiveram presentes representantes de sete países e foi discutida a experiência de cada um dos mesmos, enfatizando especialmente naquelas dificuldades que são encontradas na prática segundo a realidade local e quais as possíveis soluções. Foram colocadas ideias sobre como melhorar o que já está funcionando. Clique no seguinte link para ter acesso à memória da reunião e a fotos.

Publicações

Anexamos algumas das publicações do grupo que esperamos sejam um incentivo adicional para que outros grupos da América Latina se unam a nós.

Perspectiva

Ainda nos falta crescer, faltam países por integrar e em cada país há muito trabalho a fazer… Uma vez que começamos o trabalho, evidencia-se que não há limite, que quantos mais formos mais informação poderemos obter e mais ideias e propostas de colaboração poderão surgir.

Para você se integrar, é só necessário sua vontade de fazê-lo e entrar em contato com algum de nós: Fernando Bessone (bessonefernando@gmail.com), Nelia Hernández (hernandez.nelia@gmail.com), Marco Arrese (marco.arrese@gmail.com), Maribel Lucena (lucena@uma.es) para que lhe enviemos o protocolo, a metodologia de trabalho e nosso entusiasmo.

Não importa o quão devagar você vá, desde que você não pare. Confúcio 500 a.C.
De parte de toda a equipe…

De parte de todo el equipo…

Fernando Bessone
Coordenador do LATINDILI Registry
Nelia Hernández
Coordenadora do Grupo de DILI da ALEH

 

Contacto

Dr. Fernando Bessone
bessonefernando@gmail.com
Argentina
www.slatindili.uma.es

Dra. Nelia Hernández
hernandez.nelia@gmail.com
Uruguay
www.slatindili.uma.es